domingo, 21 de outubro de 2012

BIOGRAFIA DE BEZERRA DE MENEZES


 
 
ADOLFO BEZERRA DE MENEZES CAVALCANTI

O GRANDE MÉDICO DOS POBRES

A Grande Figura Luminar do Espiritismo no Brasil.... Bezerra de Menezes...

Quando se pergunta quem foi Bezerra de Menezes e a grande contribuição que trouxe para o Espiritismo e difícil responder... Na estruturação pedagógica do Espiritismo no Brasil... Ou na Figura do Médico.... Ou na figura daquela pessoa que o único objetivo era levar a paz e a fraternidade por onde passava, aonde a mensagem do Nazareno da Galiléia do amor ao próximo que lhe conduzia os passos...

O Doutor Bezerra de Menezes foi em vida aquela pessoa que se dedicou o amor ao próximo, auxiliando materialmente e espiritualmente aos necessitados que procuravam a vossa ajuda.

Após o seu desencarne o Espírito de Bezerra de Menezes continua a sua missão evangelizadora no mundo espiritual, conduzindo para Senda do Nazareno da Galiléia, os espíritos aviltados no mal ou espíritos desviados do bem, que fogem de suas próprias criações mentais de sofrimento e dores morais em abismos espirituais.

Por isto, queridos amigos este grande Príncipe da Paz que conquistou a todo o Mundo Espírita no Brasil, através dos seus exemplos pelo bem do próximo e que vem contagiando aos corações de milhares de espíritas, o Site vem prestar uma singela homenagem!!!

Biografia de Bezerra Menezes

Natural da província do Ceará, nasce no Riacho do Sangue, em 29 de agosto de 1831. Filho do capitão de antigas milícias e tenente-coronel da Guarda Nacional, Antonio Bezerra de Menezes, e de Fabiana de Jesus Maria Cavalcanti de Albuquerque. Veio para o Rio de Janeiro, em 1851, com vinte anos de idade, após desastre financeiro sofrido por seu pai, tendo o bolso vazio, mas ardente em desejo de se formar em medicina.

Bezerra de Menezes se formando em medicina se intensificava suas tarefas como médico humanista, efetivando notável trabalho de socorro a enfermos indigentes, a pessoas que não tinham recursos para se tratar. Também merece citação o conceito da profissão de médico, contida no livro Lindos Casos de Bezerra de Menezes (Ramiro Gama):

"O médico verdadeiro é isto: não tem o direito de acabar a refeição, de escolher a hora, de inquirir se é longe ou perto... O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado e achar-se fatigado ou por ser alta à noite, mau o caminho e o tempo, ficar perto ou longe do morro; o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro - esse não é médico, é negociante da medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura."

Por tudo isso, Bezerra de Menezes se tornou conhecido como "Médico dos Pobres".

Ingressando na política começando em 1860 como vereador, chegando em 1867 a deputado; em 1878 a líder do Partido Liberal e, por último, de 1878 a 1880, a presidente da Câmara Municipal.

Afastou-se da política. Recebe do amigo, professor Joaquim Carlos Travassos, primeiro tradutor de O Livro dos Espíritos, um exemplar da obra, que despertou grande interesse confessando: "Não encontrei nada que fosse estranho para o meu espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!..."

Em 16 de agosto de 1886 declara, publicamente, a sua adesão ao Espiritismo e se filia à Federação Espírita Brasileira. Pouco tempo depois, objetivando propiciar divulgação à Doutrina e, ainda, para não deixar sem resposta os constantes ataques ao Espiritismo, passou a escrever artigos no jornal O País, utilizando o pseudônimo de Max. Foram eles publicados de setembro de 1887 a dezembro de 1894, reunidos em três volumes e editados sob o título de "Estudos Filosóficos."

Em 1895, eclodiu séria crise na Federação Espírita Brasileira, entre "os científicos" e os "místicos", tendo sido Bezerra de Menezes convocado para o trabalho missionário de harmonização, dispondo de ampla liberdade para introduzir profunda reformulação no Espiritismo brasileiro, de modo a enquadrá-lo como o verdadeiro Consolador.

Bezerra de Menezes encerrou suas atividades terrestres em 11 de abril de 1900. Não cessaram, entretanto suas atividades evangélicas, uma vez que na Pátria Espiritual ele nos continua amando e servindo:

• Recomendando, com insistência, a união dos adeptos da Doutrina, todos subordinados ao regime do amor ao próximo.

• Estimulando o fortalecimento de obras assistenciais, pela contribuição generosa de alimentos, remédios e agasalhos, num trabalho de solidariedade humana;

• Concitando os espíritas ao estudo metódico da Doutrina e do Evangelho, não só no recinto das sociedades organizadas, como também em grupamentos familiares;

• Assistindo enfermos, esforçando-se por ampará-los com amoroso receituário e valiosa orientação, utilizando-se de médiuns evangelizados;

• Orientando, na qualidade de patrono, centenas de sociedades espíritas que se espalham pelo Brasil e pelo mundo, ostentando seu amorável nome.

• Auxiliando os divulgadores da Doutrina e do Evangelho; os médiuns devotados a Jesus, para que a palavra proferida seja luz e, através do lápis, seja consolação; os que manipulam passes; os que integram caravanas socorristas, os que se encarregam dos serviços de evangelização da criança e do jovem.

"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios"
FONTE -  espiritbook.

sábado, 20 de outubro de 2012

SOMENTE HOJE




PSICOGRAFIA DE  CHICO  XAVIER.
FONTE  -  YOUTUBE

FRASES ESPÍRITAS






FONTE -   YOUTUBE
ESPÍRITOS -  MEIMEI - EMMANOEL-  ANDRÉ  LUIZ
MÉDIUM -  CHICO XAVIER.

AO AMANHECER- JOANA DE ANGELIS



FONTE  YOUTUBE
PSICOGRAFIA  DE  DIVALDO  FRANCO.

SERENIDADE SEMPRE. JOANA DE ANGELIS

FONTE -  YOUTUBE

AUTÓGRAFO DE DEUS











Autógrafo de Deus
Autógrafo é a assinatura original, de próprio punho, do autor de alguma obra.
Assinam seus quadros os pintores. No entanto, melhor do que a sua assinatura, o que diz se o quadro é verdadeiramente daquele pintor é o seu estilo.
Quem quer que se aprofunde pelo conhecimento da arte poderá, ao admirar uma tela, afirmar do seu autor. E identificar, inclusive, se for o caso, a que período da vida artística daquele pintor corresponde.
Quem escreve um livro, define-se por uma forma de escrever e, a partir daí passará a ser conhecido. Naturalmente, coloca seu nome na obra.
Mas, mais do que isso, identifica-se pelo estilo e a forma com que desenvolve o seu pensamento, ao transpô-lo para o papel.
Cada artista tem sua maneira peculiar de se identificar no seu trabalho.
E é assim que Ele é conhecido e admiradas as Suas produções, através dos tempos.
Quando nossos olhos se extasiam ante a prodigalidade da natureza;
quando nossos ouvidos se deliciam com os sons dos rios cantantes, com o murmúrio da fonte minúscula, com as águas que descem pelas encostas, despejando-se ruidosamente de alturas;
quando o vento flauteia uma canção entre os ramos ou agita com violência o arvoredo;
quando o sol se pinta de ouro e tudo enche de luz por onde se espraia;
quando o céu se faz de tonalidades mil, indefiníveis, num amanhecer indescritível;
quando tudo isso acontece, todo dia, a cada dia... procuramos o autor. E a assinatura.
O inacreditável do grandioso e das coisas minúsculas – tudo obedecendo a idêntico esmero, diz-nos da qualidade do artista.
A diversidade de tons, de sons nos fala de um Alguém superlativamente criativo pois que, há bilhões de anos, não reprisa um pôr de sol, nem o cristal da gota de orvalho, nem a combinação dos gorjeios da passarada.
Cada dia tudo é diferente. O sol retorna, as nuvens se espreguiçam, a pradaria se estende, alongando sua colcha de retalhos de cores diversas, bordadas cá e lá de flores miúdas... mas nada é igual.
As folhas nas árvores estão em número maior ou menor, a sinfonia das águas acabou de ser composta, os pássaros balançam-se em outras ramagens.
Sim, o artista responsável pelo concerto do dia e da noite é extraordinário.
Os homens afirmam que jamais O viram. Mas todos podem admirar Sua obra. Mesmo aqueles que Lhe negam a existência.
Esse artista inigualável assina a delicadeza das manhãs com o pincel da madrugada.
Podemos descobrir Seu autógrafo na tela do firmamento, no brilho das estrelas.
Podemos descobrir Sua escrita nas flores dos campos, dos jardins, das montanhas.
Ele é tão grande que a tela onde cria as Suas maravilhas vive em expansão.
Mas onde Esse artista coloca Sua mais especial assinatura é na essência de cada um dos filhos que criou.
Ela está em cada um de nós e se chama Imortalidade.
Pense nisso. Você é o mais especial autógrafo de Deus.
Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 16 e no livro Momento Espírita, v. 9, ed. Fep.
 
 
 
 
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A RELIGIÃO DA REVELAÇÃO











Quem nos há-de dar provas convincentes da imortalidade, senão aqueles que já passaram pelo transe da morte? Quem nos há-de falar com autoridade da vida do além, senão aqueles que lá se encontram? A fé personificada em Jesus-Cristo é aquela que se baseia na revelação. "Bem-aventurado és Simão, porque não foi a carne nem o sangue quem, por ti, acaba de confessar que eu sou o Cristo, mas meu Pai que está no céu. Tu és Pedro e sobre esta pedra (a revelação de que Pedro fora o instrumento) edificarei a minha igreja."

Revelação quer dizer comunhão com o além, donde nos é transmitida alguma verdade que nos interessa saber. Daí o testemunho vivo da imortalidade, da vida futura que de lá nos acena em gestos magníficos de solidariedade fraternal.

 

Há mais júbilo no céu, afirma o Evangelho, por um pecador que se regenera que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento. Isto atesta o fato, para nós importante, de que o Céu não está isolado da Terra, que os de lá acompanham com interesse a vida dos de cá; e tal interesse é tão acentuado e positivo que a vitória do pecador importa em alvoroço festivo na sociedade celeste dos que já triunfaram e fruem o justo prêmio de suas conquistas.

Céu e Terra, anjos e homens, santos e pecadores acham-se todos entrelaçados pelos liames sagrados do afeto, numa comunhão que nada pode quebrar. Tal é a religião da revelação contra a qual as potências do mal jamais prevalecerão. Tais são as chaves que nos abrem os pórticos dos tabernáculos eternos. Tal é a força que liga na Terra o que está ligado no Céu, e liga no Céu o que está ligado na Terra.

Bem-aventurada seja a consoladora religião da revelação que irmana todos os seres, vinculando-os num soberbo e majestoso amplexo de amor.


FONTE -  Espiritbook.