domingo, 21 de outubro de 2012

GRATIDÃO PELO LIVRO ESPÍRITA











Senhor Jesus!

Outorgaste-nos a inteligência, a fim de que pudéssemos entender a grandeza da vida e avançar no rumo da Verdade.

Concedeste-nos a visão, de modo a nos deslumbrarmos ante a grandeza da Criação.

Facultaste-nos a voz, para que a melodia vibrante nos ensejasse intercâmbio, e as maviosas combinações musicais cantassem em nossa garganta.

Doaste-nos os ouvidos, com os quais participamos dos murmúrios e das canções vivas da Natureza, para que entesourássemos belezas.

Enriqueceste-nos com as mãos, a fim de que se transformassem em estrelas após o trabalho edificante e redentor.

Favoreceste-nos com as mãos, a fim de que se transformassem em estrelas após o trabalho edificante e redentor.

Favoreceste-nos com os pés humildes e submissos, que servem de veículos para a glória da locomoção.

Multiplicaste os sentimentos em nosso mundo íntimo, de forma que a claridade suplantasse todos os outros e o amor lhe constituísse a seiva de manutenção, libertando-nos do egoísmo e da impiedade...

Legaste-nos o livro espírita, a fim de que em hora alguma estivéssemos sem o valioso auxiliar para compreender a razão da existência, os percalços das lutas, as necessárias provações, e pudéssemos converter os tesouros transitórios do mundo em fortunas indestrutíveis da imortalidade.

Nele, Senhor, perpassam as Tuas lições superiores e eternas quais gemas de rara beleza que insculpem em nossos espíritos as claridades libertadoras que nos apontam rumos felizes...

Depositário das belezas que se refletem de Mais Alto, é o companheiro abençoado da soledade e o mestre discreto sempre às ordens para ajudar.

Agradecendo-Te todas as doações com que nos armaste para a vitória sobre nós mesmos, reconhecemos que no livro espírita encontramos o pão de vida e a água lustral para a total manutenção em nossa reencarnação salvadora.

Por tudo, louvado sejas sempre, Senhor!

(De "Celeiro de Bênçãos", de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis
FONTE - Espiritbook

FORA DA CARIDADE, NÃO HÁ SALVAÇÃO









 
 
 
 
 
 
Meus filhos, fora da caridade não há salvação é o ensinamento moral que contém a destinação dos homens, tanto na Terra quanto no Céu. Na Terra, porque à sombra dessa bandeira viverão em paz; no Céu, porque aqueles que tiverem praticado encontrarão graça diante do Senhor.

símbolo é a luz celeste, a coluna luminosa que guia o homem no deserto da vida para conduzí-lo à Terra da Promissão; e brilha no Céu como uma auréola santa na fronte dos eleitos e, na Terra, está gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá: passai à direita, vós, os abençoados de meu Pai. Vós os reconhecereis pelo perfume de caridade que espalham ao seu redor

. Nada exprime melhor o pensamento de Jesus, nada resume melhor os deveres do homem do que este ensinamento moral de ordem divina. O Espiritismo não podia provar melhor sua origem do que dando-a por regra, pois ela é o reflexo do mais puro Cristianismo, e, com esta orientação, o homem nunca se desencaminhará. Dedicai-vos, meus amigos, a compreender-lhe o profundo significado e suas consequências, e nela procurar, por vós mesmos, as suas aplicações. Deixai que a caridade governe todas as vossas ações e vossa consciência responderá; ela não somente evitará a vós de fazer o mal, mas levar-vos a fazer o bem, porque não basta uma virtude passiva, é preciso uma virtude ativa.
 Para fazer o bem, é preciso sempre a ação da vontade; para não fazer o mal, basta frequentemente o não fazer nada e a indiferença.
 

 

 

Paulo,Apóstolo - Paris, 1860

FONTE- Espiritbook

 O Evangelho Segundo o Espiritismo, p.176,edd. 1997.

CRISTIANISMO PRIMITIVO E DOUTRINA ESPÍRITA


 

 

 “As raposas têm tocas e as aves dos céus, ninhos;

mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.” (Mt., 8:20.)

Todas as correntes religiosas cristãs se qualificam como seguidoras dos princípios morais e dos ensinamentos implantados por Jesus. No entanto, a maioria de seus adeptos não se dá ao trabalho de conhecer os outros princípios religiosos que buscam Jesus. Assim, recebem as informações incompletas, preconceituosas e destorcidas, ensinadas pelos diversos dirigentes e responsáveis por suas religiões. No que concerne ao Espiritismo, boa parte dos seus adeptos, embora aceitando os princípios da Doutrina e acompanhando a sua literatura, principalmente a de origem mediúnica, não se dedica ao estudo sistemático das obras básicas da Codificação e as que lhe são complementares e subsidiárias. O preconceito é a ausência de conceito, por isso o Mestre nos orienta, em João, 8:32, que busquemos a verdade, pois só assim nos libertaremos.

Ao refletirmos sobre o conteúdo do capítulo 8, versículo 20 do evangelho de Mateus, citado acima, encontramos motivos para um balanço reflexivo ao longo da história. Este balanço passa pela avaliação do que Jesus realmente pregou e do que se tem praticado, em seu nome, ao longo desses dois mil anos.

Jesus demonstra neste versículo como deveriam ser os seus seguidores: tomar como ensino fundamental que o reino dele não é deste mundo e ter, antes de tudo, desprendimento e desinteresse total por tudo o que é efêmero, principalmente os bens materiais.

Jesus não fundou igrejas ou nenhum outro tipo de edificação com finalidade de prática religiosa. A sua religião foi o amor caracterizado na simplicidade dos profundos ensinamentos, no atendimento e assistência ao necessitado em qualquer lugar.

Segundo Mateus, “Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando toda e qualquer doença ou enfermidade do povo”.

A sua fama espalhou-se por toda a Síria, de modo que lhe traziam todos os que eram acometidos por doenças diversas e atormentados por enfermidades, bem como endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E Ele os curava. (Mt., 4:23 e 24.)

Observemos a sua maneira de assistir e ajudar os sofredores e comparemos com o que praticam hoje, aqueles que se intitulam seus seguidores. Será que estão seguindo e praticando realmente as obras de Jesus? Podemos descobrir, sem muita dificuldade, o quanto se encontram distantes do ensino do Mestre. O que chamam de religião é algo destoado ao longo da história pela imposição de dogmas e conceitos que não sintonizam com a mensagem do Evangelho do Mestre.

Muitas correntes religiosas costumam afirmar que a Doutrina Espírita não é uma religião. Sabemos que no aspecto característico constitucional, a Doutrina Espírita possui tríplice aspecto: filosófico, científico e religioso. Por isso, o Espiritismo não é uma religião constituída nos moldes da maioria das religiões dogmáticas e ritualistas tradicionais. O seu aspecto religioso não possui hierarquia nem dogmas. Não possui rituais nem sacerdotes, nem pastores, nem dízimos, nem sacrifícios de animais, nem despachos, nem andores, nem cromoterapia, nem amuletos, nem queima de incensos, nem velas ou qualquer outro tipo de simpatia ou ritual.

O Espiritismo adota em sua totalidade os ensinamentos de Jesus buscando-os em sua essência e unindo-os ao “Fora da caridade não há salvação”, preconizado por Allan Kardec.

Quando analisamos as recomendações de Jesus, o Cristo, no evangelho de Mateus, capítulo 25 versículos 34 a 36, sobre o “Juízo Final”, verificamos o quanto estes ensinamentos são compatíveis com a Doutrina Espírita. “Vinde, benditos de meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para vós desde a fundação do mundo.

Pois tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Era forasteiro e me recolhestes.

Estive nu e me vestistes, doente e me visitastes, preso e viestes me ver.”

Esta é a grande receita de Jesus para os que querem segui-lo praticando os seus ensinamentos. A Doutrina Espírita está perfeitamente sintonizada com estes conceitos e orientações de Jesus na sua conduta de assistência aos necessitados do caminho. Através de suas creches, hospitais, sanatórios, asilos, abrigos, distribuição de enxovais e gêneros alimentícios, busca o Espiritismo a execução destas recomendações de Jesus.

As orientações feitas por Ele quando da escolha dos seus discípulos traz o verdadeiro roteiro a ser seguido: “Curai os doentes, purificai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça dai.

Não leveis ouro, nem prata, nem cobre nos vossos cintos, nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem cajado, pois o operário é digno do seu salário”. (Mt., 10:8-10.)

Estes versículos representam a base do Cristianismo nascente. A essência prática e o entendimento destes princípios parecem esquecidos nas estradas do tempo. A Doutrina Espírita chega ao século XIX com o objetivo de ressuscitar estes conceitos de Jesus e lembrar o que Ele deixou como roteiro para a prática do seu Evangelho. Está o Espiritismo lado a lado com estes ensinamentos e solicita dos cristãos, de todas as correntes religiosas, que se voltem para o resgate da mensagem original de Jesus.

A receita é pura, simples, cristalina e autêntica. Sem véus nem subterfúgios. Pois que Jesus deu o maior exemplo nascendo em uma manjedoura e tendo como leito de morte uma cruz, além de não ter, durante sua passagem entre nós, onde reclinar a cabeça.

Tudo que praticou foi de forma singela, simples e amorosa. Chorou sobre Jerusalém por não poder juntar os seus filhos e deixou para nós a responsabilidade de nos unirmos e praticar os seus preceitos em essência e espiritualidade.

A Doutrina Espírita chega e nos traz de volta a condição para ressuscitarmos a mensagem de Jesus. Trabalhemos, pois, com ela e busquemos o resgate e a conquista do retorno à cristalinidade da mensagem vivida por todos os que praticavam o Cristianismo Primitivo.

 

Sê conosco Jesus
FONTE\Espiritbook -

BIOGRAFIA DE BEZERRA DE MENEZES


 
 
ADOLFO BEZERRA DE MENEZES CAVALCANTI

O GRANDE MÉDICO DOS POBRES

A Grande Figura Luminar do Espiritismo no Brasil.... Bezerra de Menezes...

Quando se pergunta quem foi Bezerra de Menezes e a grande contribuição que trouxe para o Espiritismo e difícil responder... Na estruturação pedagógica do Espiritismo no Brasil... Ou na Figura do Médico.... Ou na figura daquela pessoa que o único objetivo era levar a paz e a fraternidade por onde passava, aonde a mensagem do Nazareno da Galiléia do amor ao próximo que lhe conduzia os passos...

O Doutor Bezerra de Menezes foi em vida aquela pessoa que se dedicou o amor ao próximo, auxiliando materialmente e espiritualmente aos necessitados que procuravam a vossa ajuda.

Após o seu desencarne o Espírito de Bezerra de Menezes continua a sua missão evangelizadora no mundo espiritual, conduzindo para Senda do Nazareno da Galiléia, os espíritos aviltados no mal ou espíritos desviados do bem, que fogem de suas próprias criações mentais de sofrimento e dores morais em abismos espirituais.

Por isto, queridos amigos este grande Príncipe da Paz que conquistou a todo o Mundo Espírita no Brasil, através dos seus exemplos pelo bem do próximo e que vem contagiando aos corações de milhares de espíritas, o Site vem prestar uma singela homenagem!!!

Biografia de Bezerra Menezes

Natural da província do Ceará, nasce no Riacho do Sangue, em 29 de agosto de 1831. Filho do capitão de antigas milícias e tenente-coronel da Guarda Nacional, Antonio Bezerra de Menezes, e de Fabiana de Jesus Maria Cavalcanti de Albuquerque. Veio para o Rio de Janeiro, em 1851, com vinte anos de idade, após desastre financeiro sofrido por seu pai, tendo o bolso vazio, mas ardente em desejo de se formar em medicina.

Bezerra de Menezes se formando em medicina se intensificava suas tarefas como médico humanista, efetivando notável trabalho de socorro a enfermos indigentes, a pessoas que não tinham recursos para se tratar. Também merece citação o conceito da profissão de médico, contida no livro Lindos Casos de Bezerra de Menezes (Ramiro Gama):

"O médico verdadeiro é isto: não tem o direito de acabar a refeição, de escolher a hora, de inquirir se é longe ou perto... O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado e achar-se fatigado ou por ser alta à noite, mau o caminho e o tempo, ficar perto ou longe do morro; o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro - esse não é médico, é negociante da medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura."

Por tudo isso, Bezerra de Menezes se tornou conhecido como "Médico dos Pobres".

Ingressando na política começando em 1860 como vereador, chegando em 1867 a deputado; em 1878 a líder do Partido Liberal e, por último, de 1878 a 1880, a presidente da Câmara Municipal.

Afastou-se da política. Recebe do amigo, professor Joaquim Carlos Travassos, primeiro tradutor de O Livro dos Espíritos, um exemplar da obra, que despertou grande interesse confessando: "Não encontrei nada que fosse estranho para o meu espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!..."

Em 16 de agosto de 1886 declara, publicamente, a sua adesão ao Espiritismo e se filia à Federação Espírita Brasileira. Pouco tempo depois, objetivando propiciar divulgação à Doutrina e, ainda, para não deixar sem resposta os constantes ataques ao Espiritismo, passou a escrever artigos no jornal O País, utilizando o pseudônimo de Max. Foram eles publicados de setembro de 1887 a dezembro de 1894, reunidos em três volumes e editados sob o título de "Estudos Filosóficos."

Em 1895, eclodiu séria crise na Federação Espírita Brasileira, entre "os científicos" e os "místicos", tendo sido Bezerra de Menezes convocado para o trabalho missionário de harmonização, dispondo de ampla liberdade para introduzir profunda reformulação no Espiritismo brasileiro, de modo a enquadrá-lo como o verdadeiro Consolador.

Bezerra de Menezes encerrou suas atividades terrestres em 11 de abril de 1900. Não cessaram, entretanto suas atividades evangélicas, uma vez que na Pátria Espiritual ele nos continua amando e servindo:

• Recomendando, com insistência, a união dos adeptos da Doutrina, todos subordinados ao regime do amor ao próximo.

• Estimulando o fortalecimento de obras assistenciais, pela contribuição generosa de alimentos, remédios e agasalhos, num trabalho de solidariedade humana;

• Concitando os espíritas ao estudo metódico da Doutrina e do Evangelho, não só no recinto das sociedades organizadas, como também em grupamentos familiares;

• Assistindo enfermos, esforçando-se por ampará-los com amoroso receituário e valiosa orientação, utilizando-se de médiuns evangelizados;

• Orientando, na qualidade de patrono, centenas de sociedades espíritas que se espalham pelo Brasil e pelo mundo, ostentando seu amorável nome.

• Auxiliando os divulgadores da Doutrina e do Evangelho; os médiuns devotados a Jesus, para que a palavra proferida seja luz e, através do lápis, seja consolação; os que manipulam passes; os que integram caravanas socorristas, os que se encarregam dos serviços de evangelização da criança e do jovem.

"É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios"
FONTE -  espiritbook.