sexta-feira, 29 de agosto de 2014

OFEREÇA A PRIMEIRA FLOR


Quando tudo parecer caminhar errado, seja você a dar o primeiro passo certo. 
 
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, a pequena lâmpada. 
 
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso. Seja você um coração que compreenda, estenda braços que confortem. 
 
Se a vida inteira for um imenso não, parta você em busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir. 
 
Quando alguém estiver angustiado na procura, observe bem o que se passa, pois talvez seja em busca de você mesmo que esse irmão esteja. 
 
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la. 
 
Quando a flor estiver murcha, seja a primeira mão a separar o joio, a arrancar a praga, a acariciar a flor. 
 
Se sua porta estiver fechada, busque você a primeira chave. 
 
Se o vento sopra frio, que seu calor humano seja a primeira proteção e o primeiro abrigo. 
 
Se o pão for apenas massa, e não estiver assado, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento. 
 
Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio. Nem, por outro lado, aplauda o erro. 
 
Ofereça sua mão, primeiro, para levantar quem caiu, e dê sua atenção para mostrar o caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que é a compreensão edificada que o possibilita e que o entendimento reconstrói. 
 
Toda escada tem um degrau, para baixo ou para o alto. 
 
Toda escada tem um primeiro passo, para frente ou para trás. 
 
Toda vida tem um primeiro gosto de vitória ou derrota. 
 
Ofereça pois, você, com ternura e vontade de entender, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor. 
 
*   *   * 
 
A vida de muitos de nós é uma constante espera. 
 
Esperamos pela oportunidade, pelo alento, pelo amor, pelo sucesso. 
 
Esperamos pela riqueza, pela certeza; esperamos pelo perdão; esperamos por dias melhores; esperamos pela paz no mundo. 
 
Será que esperar, muitas vezes, não é simplesmente aceitar tudo como está, ou simplesmente se acomodar? 
 
A mensagem que nos convida a oferecer a primeira flor, fala-nos sobre iniciativa, sobre a coragem de deixar a inércia espiritual para trás. 
 
Os grandes Espíritos que habitaram e habitam a Terra e são chamados por nós de mártires, de heróis, todos foram almas de iniciativa, que ousaram dar os primeiros passos, mesmo sendo, por vezes, passos difíceis de serem dados. 
 
Assim, quando as oportunidades surgirem, ofereça você a primeira flor, e caso elas não apareçam, aí já estará sua chance de criá-las. 
 
Redação do Momento Espírita
com base em texto de autoria ignorada.
Fonte: blog "Luz e Vida"


TIRADO  DO  ESPIRITBOOK

Falta de atenção e preguiça mental, eis dois sérios problemas

Daniel Goleman, PhD em psicologia por Harvard, que publicou em 1996 o livro "Inteligência Emocional", best-seller no mundo inteiro, lançou recentemente uma nova obra – intitulada "Foco" – que defende a importância da atenção e alerta para o desafio que consiste hoje em manter o foco nas nossas tarefas rotineiras e nos nossos projetos. O livro encontra-se disponível no idioma português desde janeiro deste ano. 

Sem academicismo e de leitura fácil, a obra baseia-se numa tríade de focos: o foco interno, o foco externo e o foco no outro, e tem como propósito ensinar como juntar os três para tirar o máximo de nossa capacidade de atenção. 

"O nosso foco está continuamente lutando contra distrações, tanto internas quanto externas. A questão é: o que as nossas distrações estão nos custando?", questiona Goleman. "A atenção funciona como um músculo: pouco utilizada, ela definha; bem utilizada, ela melhora e se expande." 

Com a revolução dos meios de comunicação, a consolidação da internet como ferramenta, os laptops, os smartphones, os tablets e a imensa quantidade de informação que nos é oferecida diariamente, é difícil realmente a quase todas as pessoas manter o foco. "A enxurrada de dados que nos atinge leva a atalhos desleixados, como selecionar e-mails pelo assunto, pular muitas das mensagens de voz, ler por alto mensagens e memorandos", diz Goleman. "Não é apenas que tenhamos desenvolvido hábitos de atenção que nos tornam menos eficientes, mas que o peso das mensagens nos deixa muito pouco tempo para simplesmente refletir a respeito do que elas realmente significam." 

No livro ele afirma algo que muitos já haviam percebido: a geração que nasceu na frente do computador tem pouca capacidade de concentração e, consequentemente, tem dificuldade de manter o foco no que é essencial. Diante de tantas oportunidades de informação, educação e entretenimento, fica difícil pensar e refletir sobre tudo que nos chega aos olhos, o que restringe nossa visão e torna nossas mentes cada vez mais estreitas e incapazes dos saltos que só acontecem após momentos de reflexão e análise profunda. 

Como exemplo dessa dificuldade, o livro cita o relato feito por uma professora da oitava série que durante anos adotou o livro "Mitologia", de Edith Hamilton. Segundo ela, há aproximadamente cinco anos os alunos começaram a perder o interesse pela obra. "Eles dizem que a leitura é difícil demais, que as frases são complicadas demais, que é preciso muito tempo para se ler uma página", contou a educadora. 

O problema, porém, não atinge apenas os mais jovens. Existe também a diminuição da atenção entre os adultos. Um professor de cinema ouvido pelo autor disse que se viu incapaz de ler mais de duas páginas por vez da biografia do diretor francês François Truffaut, um de seus cineastas favoritos. 

Goleman alia seus conhecimentos de psicólogo a suas pesquisas na área de neurociência para explicar como nosso cérebro funciona, quais são os momentos nos quais permitimos que nosso foco se disperse e como evitar isso. 

É provável que o excesso de informações contribua também para a expansão da chamada preguiça mental, a que J. Herculano Pires se referiu no livro "Pedagogia Espírita". 

A preguiça mental, que segundo Herculano Pires tem prejudicado a marcha do Espiritismo na Terra, é mencionada no livro Seareiros de Volta, obra mediúnica em que Ignácio Bittencourt (Espírito) informa que uma pesquisa realizada por Excelsos Dirigentes do Espiritismo nos planos superiores, intrigados com as dificuldades do avanço da Doutrina em nosso plano, revelou que, entre todas as causas que dificultam a marcha da Nova Revelação no mundo, destaca-se, em posição de relevo, a preguiça mental. 

A conclusão da pesquisa confere visivelmente com o que se vê no meio espírita, dominado pelo comodismo, pela busca de proveitos pessoais, pela indiferença cultural e pelo desinteresse das pessoas em aplicar-se ao estudo sério e perseverante da Doutrina, algo que é, como sabemos, profundamente lamentável. 

Editorial da Revista "O CONSOLADOR"
Ano 8 - Nº 376 - 17/08/14

FONTE -  ESPIRITBOOK



FONTE-  ESPIRITBOOK

ABENÇOA SEMPRE

- Scheilla / Chico Xavier.



Seja onde for, abençoa para que a bênção dos outros te acompanhe.
Todas as criaturas e todas as coisas te respondem, segundo o toque de tuas palavras ou de tuas mãos.
Abençoa teu lar com a luz do amor, em forma de abnegação e trabalho, e o lar
abençoar-te-á com gratidão e alegria.
Abençoa a árvore de tua casa com a dádiva de teu carinho e a árvore de tua casa
abençoar-te-á com o perfume da flor e com a riqueza do fruto.
Se amaldiçoas, porém, o companheiro de cada dia com o azorrague da censura,
dele receberás a mágoa e a desconfiança.
Se condenas o animal que te partilha o clima doméstico à fome e à flagelação,
dele obterás rebeldia e aspereza.
Em verdade, não podes abençoar o mal, a exprimir-se na crueldade, mas deves
abençoar-lhe as vítimas para que se refaçam, de modo a extingui-lo.
Não será justo abençoes a enfermidade que te aflige, mas é indispensável
abençoes o teu órgão doente, para que com mais segurança se reajuste,
expulsando a moléstia que, às vezes, te impõe amargura e desequilíbrio.
Não amaldiçoes nem mesmo por pensamento.
A ideia agressiva ou destruidora é corrosivo em nossa boca, sombra em nossos
olhos, alucinação em nossos braços e infortúnio em nossa vida.
Abençoa a mão que te fere, e a mão que te fere aprenderá como eximir-se da
delinquência.
Abençoa o verbo que te insulta e evitarás a extensão do revide.
Abençoa a dificuldade e a dificuldade revelar-te-á preciosas lições.
Abençoa o sofrimento e o sofrimento regenerar-te-á.
Abençoa a pedra e a pedra servirá na construção.
Não olvides o Divino Mestre da bênção.
Jesus abençoou a Manjedoura e dela fez o berço luminoso do Evangelho
nascente; abençoou a Pedro, enfraquecido e vacilante, transformando-o em
vigoroso pescador de almas; abençoou a Madalena obsidiada e nela plasmou o
sinal da sublimação humana; abençoou Lázaro, cadaverizado, e devolveu-lhe a
vida; e, por fim, abençoou a própria cruz, nela esculpindo a vitória da
ressurreição imperecível.
Abençoa a Terra por onde passes, e a Terra abençoará a tua passagem para
sempre.
Da obra mediúnica "Visão Nova"
Espírito Scheilla 
psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier
Fonte: Revista "O ConsoladorTIRADO  DO  ESPIRITBOOK